quinta-feira, 16 de março de 2017

A BELA E A FERA (BEAUTY AND THE BEAST)

A história é antiga como o tempo e tão verdadeira como só ela pode ser. Mas com a Bela e a Fera, ao contrário do que diz nossa tradução para o português, os sentimentos são difíceis de mudar.

O conto do século XVIII vem encantando gerações e gerações, mudando aqui e ali, adaptando-se, sendo um pouco romanceada (ok!, talvez isso seja um eufemismo), mas nós continuamos amando.

Dessa vez, a Disney, como não podia deixa de ser, claro, nos presenteou com um live-action tão fiel como só ele e, então, só podia dar no que deu: sucesso! Lindo, emocionante, e tão envolvente que até aquietou uma turma de adolescentes barulhentos que estavam no cinema.


Se você ainda não assistiu, corra, porque certo como o sol nascendo no leste, você vai se deleitar.

domingo, 8 de janeiro de 2017

PASSAGEIROS (PASSENGERS)

Seguindo a linha de ficção cientifica que esta muito na moda, o longa Passageiros (Passengers) entrou em cartaz há pouco tempo, e não tem nenhuma novidade. 

Antes já tivemos Sandra Bullock, em Gravidade (Gravity), Jessica Chaistain, Anne Hathaway e Matthew McConaughey em Interestelar, Matt Damon e Jessica Chaistain (sim, ela de novo!) em Perdido em Marte (Mars) e agora, as estrelas da vez são Chris Pratt e Jennifer Lawrence. 

Então vejamos: todos com elenco de primeira linha, o que entendo que é mais do que necessário, já que em todos ele é também bastante reduzido. E disso ninguém pode reclamar. As atuações são excepcionais.

Esperava mais da história de Passageiros, confesso, mas não me decepcionei de todo. São duas horas bem gastas no cinema, apesar de tudo. Para quem gosta do estilo, vale a pena! 

Numa época do futuro, 5.000 passageiros e mais de 200 pessoas na tripulação resolvem fazer uma viagem intergalática cuja duração é de 120 anos para chegarem em um novo planeta que a Terra colonizou. Para que isso seja possível, todos são postos em hibernação. Ocorre que uma pane no sistema faz com que Jim (Pratt) acorde 90 anos antes do esperado, e ele começa a se sentir sozinho. É então que, em uma de suas excursões na sala de hibernação, ele se depara com uma linda escritora cujo nome nao poderia ser mais apropriado, Aurora (Lawrence). Mas os acontecimentos não terminam por aí.

Não tem nada melhor pra assistir? Corre pro cinema então.


terça-feira, 5 de julho de 2016

COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ (ME BEFORE YOU)

Preparem as lágrimas, meninas, porque elas vão rolar!

Baseado no best-seller de Jojo Moyes, Como eu era antes de você é um romance cheio de significados. Mas o que mais cativa é o modo sutil como esses significados chegam até nós, a ponto de a gente nem perceber que eles chegaram.

Até onde vale a pena viver? Essa é a pergunta central que nos fazemos ao sair da sala de cinema. Será que um grande amor e o desejo superam todos os obstáculos? 

Louisa Clark é uma jovem inglesa que tem uma vida pacata e sem graça, até que, sem aviso, perde o emprego que representava o grosso do sustento da família - pai, mãe e irmã mãe solteira. Desesperada, ela aceita o primeiro emprego que sente de que é capaz: cuidar de um tetraplégico milionário.

Parece chato, não?, ainda mais quando este homem que perdeu todos os movimento num acidente (atropelamento) faz de tudo para tornar sua vida infeliz. Mas Louisa fica firme e aguenta, porque afinal ela precisava do dinheiro. 

O nome dele é Will Traynor. Era o garoto prodígio, profissional de sucesso, atleta praticante e lindíssimo. Will tinha o mundo aos seus pés, a vida dos sonhos de qualquer homem: dinheiro e todas as mulheres que queria. E aí vem uma manhã chuvosa, uma moto e... A condenação a uma cadeira de rodas e a dependência de outras pessoas.

Quando uma menina de roupas extravagantes aparece para cuidar dele, Will não vê nada de empolgante. Nada era empolgante. Ou será que era?

O jeito leve de ver a vida de Louisa acaba contagiando Will. E a inteligência, conhecimento e cultura de Will (e, claro, sua aparência nada desagradável), acabam conquistando a garota...

Como será uma relação entre uma garota de gosto extravagante do interior da Inglaterra e um homem viajado mas condenado a uma cadeira de rodas pelo resto da vida?

Aí você vai ter que assistir para saber. 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O REGRESSO ("THE REVENANT")

Tiros, fogo, facões. É um ataque à aldeia dos índios. Uma americano desbravador vê sua cabana arder nas chamas e sua mulher índia ser assassinada. Mas ele sobrevive para cuidar do filho mameluco.

Flechas. É um ataque ao grupo de homens brancos americanos que caçava animais em busca de peles, um item precioso para fugir do frio dos EUA do século XVIII. Novamente Glass vê a vida de seu filho ameaçada e agora o inimigo são os índios, cheio de raiva e rancor daqueles homens que invadiam, matavam e queimavam suas aldeias. Mais uma vez, ele consegue escapar e salvar Hawk, seu filho.

Um urro poderoso chama a atenção de Glass. No meio da floresta, surge um animal gigantesco, um urso pardo pesado e agressivo. Glass tenta atirar, mas não é rápido o suficiente. Uma luta ferrenha e sangrenta pela sobrevivência se segue, e mais uma vez, Glass sobrevive, mas sua vida está por um fio.

Frio. Um frio cortante e impiedoso desespera o grupo de americanos que agora tem que avançar mais devagar para carregar um Glass moribundo. Eles não têm muita noção do caminho até o forte, porque seu único guia (Glass) vagava no limite entre a vida e a morte.

Covardia. Um homem pede que deixem Glass para morrer. Suas chances de continuar vivendo são poucas, mas mesmo assim, o capitão o proíbe de fazer qualquer coisa contra o companheiro enquanto ele estivesse respirando. Além do mais, Glass conta com os olhos vigilantes de Hawk, seu filho.

Um punhal corta o ar. Hawk é atingido na barriga ao tentar salvar o pai de ser assassinado pelo companheiro covarde, mas acaba ele mesmo sendo morto.

Fraco e ferido, Glass agora se joga numa jornada perigosa para vingar a morte do filho. Depois de escapar de tantos revezes, batalhas e intempéries de um clima tão rigoroso, será que ele irá sobreviver a essa busca?

Só assistindo O Regresso para saber, mas parece que, dessa vez, a busca de Leonardo DiCaprio pela estatueta de ouro acabou. Bem, na minha opinião, se dessa vez Leo DiCaprio não receber o Oscar pelo papel de Glass, vai haver revolta! A justiça deve ser feita, porque ele está impecável. Isso para não falar de Tom Hardy, que fez bonito no papel coadjuvante, vivendo Fitzgerald, o americano covarde que não hesitou em deixar o companheiro para a morte. Que venha o Oscar para ele também! Muito bem, Hardy.

Uma produção incrível, um cenário deslumbrante, uma história impressionante. Que Alejandro Iñharritu merece mais um Oscar de melhor diretor, também não restam dúvidas. 

Vamos aguardar para ver. 

Enquanto isso, corre para assistir o filme que ainda dá tempo!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

STAR WARS

E eis que, 10 anos depois, Star Wars está de volta, fazendo todos os fãs da franquia enlouquecerem. Mas um detalhe os fizeram ficar apreensivos… a história agora não estava mais nas mãos de George Lucas, que vendeu seus direitos para a Disney. Então, o que esperar? Não há dúvidas sobre a competência da Disney, mas as vezes, ela perde a mão…

Não foi o caso. A Disney fez bonito e o resultado foi um filme lindo de se ver! O motivo? Bem, acredito que, em primeiro lugar, a presença de Harrison Ford e Carrie Fisher teve um impacto super positivo e arrastou todos os jovens da década de 70 de novo para o cinema, agora junto com a nova geração de fãs de 2015. Somada com o bom roteiro, uma excelente história que manteve todo o clima da franquia, os modernos recursos de efeitos especiais e, é claro, muito talento dos novos jovens atores, acabou em sucesso absoluto.

Mais do que recomendo "Star Wars: O Despertar da Força”. Nerds e não nerds, avante! Não percam!

Que a força esteja com vocês.

sábado, 21 de novembro de 2015

JOGOS VORAZES, A ESPERANÇA - O FINAL (THE HUNGER GAMES, MOCKINGJAY - PART 2)

Às vezes, quando a coisa é muito boa, não tem muito o que falar. Essa é a situação em que me encontro agora ao tentar fazer essa crítica do último filme da Saga Jogos Vorazes, mas vamos lá!

O livro em que o filme se baseia, em minha opinião é o pior da trilogia, não por causa do final, mas pela sequência dos acontecimentos mesmo. Nada se compara à Arena, para mim. Claro que, depois de tudo, o "campo de batalha dos tributos" se tornou a própria Panem e blá blá blá, mas vocês entendem o que quero dizer, não é?

Acontece que os dois filmes de A Esperança superaram todas as minhas expectativas e foram melhores do que o livro, o que é raríssimo de acontecer. Aliás, quase impossível. Por isso, senhoras e senhores que ainda não foram ao cinema, se preparem para assistir à recuperação de Peeta e ao ataque a terrível Capital que vai decidir o destino de todos os personagens!

ALERTA DE SPOILER!

A ansiedade era grande para saber com quem Katniss ia ficar: Gale ou Peeta? Os fãs se dividem e eu sempre fui #galeteam. Não importa o que digam, Gale para mim é um personagem muito mais forte do que o Peeta. "Mas o Peeta sobreviveu aos Jogos!". E daí? Sobreviveu porque a Katiniss salvou ele na primeira Arena e o Finnick na segunda, e para mim isso é um ponto final. Pena que o Gale foi tão covarde no final. Perdeu.

Apesar de tudo, a história terminou como deveria terminar, sem vencedores. Todo mundo perdeu, menos a gente, que teve a oportunidade de assistir a uma saga tão incrível!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

PETER PAN (PAN)

Segunda estrela a direita e em frente até a manhã! É lá onde fica uma terra de sonhos para todas as crianças... Ou não.

Nessa versão de Peter Pan, a Terra do Nunca se tornou um local horrível, dominada por um terrível pirata chamado Barba Negra.

Não. Eu não confundi. O famoso Capitão Gancho não é o vilão da história dessa vez. Ele é, inclusive, um escravo que trabalha numa mina para encontrar um certo pozinho de fadas e acaba ficado amigo de um menino muito especial que pode voar e... tá bom, né? Já falei demais.

Se você não correr para o cinema, vai ficar sem pozinho e, se isso acontecer... O Barba Negra que te conte!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

E SE O BRASIL PRODUZISSE A BELA E A FERA, O FILME?

Que o cinema internacional já cansou de produzir uma das histórias mais clássicas que existem, nos já estamos cansados de saber! Mas o Brasil ainda não fez isso. Nós escalamos o elenco! Concordam?










domingo, 18 de outubro de 2015

PERDIDO EM MARTE (THE MARTIAN)

Em tempos de racionamento devido à preocupante falta de água no planeta, o tema de Perdido em Marte não podia ser mais apropriado. 

O ar não é respirável. O solo não pode servir à agricultura porque não existe água. A comida não é suficiente. Terra e aridez para onde quer que se olhe. O que você faria se fosse deixado, sozinho em Marte?

É o que Matt Damon tenta fazer nessa história incrível durante os quase dois anos em que fica preso no planeta vermelho após ter sido dado como morto e deixado para trás por sua equipe durante uma missão da NASA. Usando e abusando de toda a sua inteligência, enquanto o mundo inteiro torce por seu resgate, a sorte também é um fator determinante na sobrevivência do astronauta e colonizador mais gato do planeta Marte! Ele vai usar de todo o seu conhecimento em botânica e também de todo o seu preparo para as viagens interestelares para não morrer em um local onde seu corpo nem mesmo seria decomposto, devido à falta de bactérias. 

Ah! Você também vai descobrir a importância do Ketchup.

Não percam!

sábado, 19 de setembro de 2015

O AGENTE DA U.N.C.L.E (THE MAN FROM U.N.C.L.E)

A pergunta aqui é: você quer se divertir hoje? Então a pedida certa é O Agente da U.N.CL.E., ou melhor... A sessão certa!

Muitas pessoas se lembram do antigo seriado em que o filme se baseia. Infelizmente, eu não posso opinar, mas se era tão bom quanto o filme que originou, então está tudo certo!

Nessa versão moderna, o Super-Homem virou agente americano, pessoal, só que dessa vez, está sem a capa, mais no estilo James Bond. Henry Cavill está gatíssimo (e tinha como ser diferente?!). Só que um certo agente russo (interpretado por Armie Hammer) aparece para dividir a atenção das meninas.

Mas vamos ao que interessa. EUA, Rússia e década de 60... Estamos falando da Guerra Fria, quando dois agentes de países inimigos são obrigados a trabalhar juntos em razão de suas respectivas habilidades, na procura por um cientista alemão desaparecido. E qual é o instrumento mais eficaz para essa procura? A filha dele, é claro!

Ação, humor inteligente e um toque de romance resultou num longa de muita qualidade. Corre para o cinema porque quem não viu, já está perdendo.