quinta-feira, 22 de novembro de 2018

A MATA NEGRA


Não leia este livro... você pode se arrepender

Com estreia prevista para o dia 06 de dezembro, a espera pelo longa de terror nacional A Mata Negra está chegando ao fim. Dirigido por Rodrigo Aragão, a história se passa numa floresta do interior do Brasil, onde uma garota encontra o Livro Perdido de Cipriano, cuja magia sombria, além de outorgar poder e riqueza para aquele que o possui, é capaz de libertar uma terrível maldição sobre a Terra.

A produção é uma parceria da distribuidora Elo Company com a Cinemark, que abre novo nicho para o cinema brasileiro botar para quebrar com o terror, além de explorar os valores e costumes da cultura popular brasileira, sendo o quinto filme que o diretor e a produtora Fábulas Negras realizam em conjunto.

As sessões acontecerão em 20 salas de 19 cidades pelo Projeta às 7 da Cinemark.

Assista o trailer abaixo!



quarta-feira, 21 de novembro de 2018

DUAS RAINHAS


Quando duas rainhas resolvem brigar, elas fazem história!


As indicadas ao Oscar, Saoirse Ronan e Margot Robbie são destaque nos novos cartazes de “Duas Rainhas” (Mary Queen of Scots) – longa da diretora Josie Rourke, que chega aos cinemas em 14 de fevereiro de 2019 para contar uma das disputas mais importantes da história da Inglaterra e da Escócia.

Com distribuição da Universal Pictures, a produção explora a vida turbulenta de Mary Stuart. Rainha da França aos 16 anos e viúva aos 18, Mary luta contra a pressão de se casar novamente e, em vez disso, decide retornar ao seu país de origem para recuperar seu trono que está sob comando de Elizabeth I, sua prima e rival. Determinada, Mary afirma sua reinvindidação de governar a Inglaterra ameaçando a soberania de Elizabeth.

Com roteiro de Beau Willimon, de “House of Cards”, o drama é baseado no livro “Queen of Scots: The True Life of Mary Stuart”, de John Guy. No elenco, além de Saoirse Ronan e Margot Robbie, estão Jack Lowden, Joe Alwyn, Gemma Chan, Martin Compston, Ismael Cordova, Brendan Coyle, Ian Hart, Adrian Lester, James McArdle, David Tennant e Guy Pearce.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

THE LAST KINGDOM

LANÇAMENTO DA 3ª TEMPORADA - 20 DE NOVEMBRO

De Wessex, o último reino, vem a semente da criação da Inglaterra

A terceira temporada da série The Last Kingdom será lançada na Netflix no dia 20 de novembro. Para quem ainda não assistiu as duas primeiras, ainda dá tempo de maratonar antes do lançamento!

The Last Kingdom é baseada na aclamada obra do escritor de ficção histórica, Bernard Cornwell – As crônicas saxônicas. Bem fiel aos livros, o seriado conta a história de Uthred, filho de Uthred, um guerreiro saxão que, apesar de ter sido criado por dinamarqueses, acaba servindo a Alfredo, rei de Wessex, e é um prato cheio para quem gosta de história e quer conhecer o início da formação do país que hoje chamamos de Inglaterra e que influencia o mundo todo.

Vale a pena conferir!

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

BOHEMIAN RHAPSODY


Muito já foi dito acerca do filme que conta a história do ídolo do rock, Freddie Mercury, Bohemian Rhapsody, que estreou no último dia 02, e a crítica acertou em cheio.

O filme, apesar de bem longo (2h 14 min), pula partes da linha cronológica que deveriam ter sido contadas, como a transição do começo do Queen para o sucesso. Apesar da trilha sonora incrível, não consegue emocionar, a edição não deixa que se chegue ao clímax das músicas, principalmente no daquela que dá nome ao longa (Bohemian Rhapsody); talvez porque os atores tenham dublado e não cantado de verdade; talvez porque Remi Malek, que interpreta Mercury, tenha se preocupado demais com a linguagem corporal e deixado a emocional de lado.

E apesar de tudo isso, ainda vale a pena assistir... porque o Queen é o Queen, e é disso que estamos falando!

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

MUSEU

O maior roubo da história do México ocorreu na véspera do Natal de 1985....


Com lançamento na próxima semana no México, o filme Museu prepara sua chegada também em terras brasileiras, com estreia dia 8 de novembro. A obra que traz o ator Gael García Bernal estreará no nos cinemas brasileiros com distribuição da Supo Mungam Films.


SINOPSE

Baseado em fatos reais, MUSEU conta a história de Juan Nuñez (Gael García Bernal) e Benjamin Wilson (Leonardo Ortizgris) que na noite da véspera de Natal de 1985 roubam o Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México. A magnitude do crime é imensa e leva esses jovens indolentes a um caminho descontrolado, que testará sua amizade. A investida no museu permitiu o roubo de mais de 100 peças, muitas delas da cultura maia. E os ladrões, longe de serem profissionais, eram dois estudantes de veterinária.

O filme recebeu o prêmio Urso de Prata de melhor roteiro no Festival de Berlim e foi aclamado pela crítica.

Confira o trailer abaixo!



terça-feira, 6 de novembro de 2018

ILHA DOS CACHORROS



Diretor traz para a segunda animação uma história futurística imersa em referências do cinema de Akira Kurosawa


Distribuído pela Fox Home Entertainment, Ilha dos Cachorros (Isle of Dogs, 2018) chega às plataformas digitais, para locação e compra, dia 8 de novembro. Com direção, produção e roteiro de Wes Anderson, a animação em stop motion ganha voz com Bryan Cranston (Breaking Bad), Edward Norton (Clube da Luta), Bill Murray (O Grande Hotel Budapeste), Jeff Goldblum (Jurassic Park), Greta Gerwig (Francis Ha), Scarlett Johansson (Os Vingadores) e Tilda Swinton (Doutor Estranho).

SINOPSE
Atari Kobayashi é um garoto japonês de 12 anos de idade. Ele mora na cidade de Megasaki, sob tutela do corrupto prefeito Kobayashi. O político aprova uma nova lei que proíbe os cachorros de morarem no local, fazendo com que todos os animais sejam enviados a uma ilha vizinha repleta de lixo. Como não aceita se separar do cachorro Spots, Atari convoca os amigos, rouba um jato em miniatura e parte em busca de seu fiel companheiro, aventura que transforma completamente a vida da cidade. 

Confira o trailer abaixo!



sábado, 3 de novembro de 2018

A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL


Muito e ainda mais pode ser falado sobre A Maldição da Residência Hill, série da Netflix dirigida por Mike Flanagan e baseada no livro de Shirley Jackson. E não é fácil colocar, em poucas linhas, muitas das impressões que se podem tirar de sua “leitura”.

O terror é um gênero que incomoda muita gente, principalmente os mais propensos a sustos e os impressionáveis... mas A Maldição da Residência Hill não se trata somente disso, está mais para um thriller psicológico, ou seja, é um terror bem direcionado... para a mente dos personagens – uma família de sete pessoas (número bastante significativo), pai, mãe e cinco filhos, que se mudam para uma mansão supostamente mal assombrada... mas será mesmo?

A história tem como base os poucos meses que a família Crain passa na Residência Hill, preenchidos por vários “episódios” estranhos, para dizer o mínimo, mas que nos permitem conhecer a essência de cada personagem, seu caráter, suas propensões. O que acontece depois que eles saem é somente consequência disso. E o fato de os acontecimentos serem contados de forma não linear, transitando entre passado e presente, mudando de ponto de vista a cada episódio, somente reforça a curiosidade e a ansiedade do espectador pelo por vir.

Os “monstros” existiam mesmo? Por que alguns dos Crain os viam e outros não? E por que os “monstros” que apareciam para cada um eram diferentes? A sra. Crain tinha realmente problemas mentais? Ela passou isso para os filhos (principalmente para a filha mais nova)?. O sr. Crain poderia ter protegido a família? Essas são as questões, e são elas que nos atormentam ao longo da “leitura” do seriado, e não os “monstros”, fantasmas e afins.

Os clichês do terror são secundários – notados, sim, obviamente, mas secundários -, e o foco do espectador é tentar decifrar cada um dos personagens, o efeito do que se passou na Residência em cada um deles e como isso se refletiu em suas vidas.

A Maldição da Residência Hill é um “terror” de alto nível, pode-se dizer com toda a certeza, e entendemos que não é necessária uma segunda temporada porque houve um fim, e um fim muito bem amarrado e consistente. Mas uma coisa podemos dizer por certo: As coisas que andavam por lá, andavam juntas.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

O PRIMEIRO HOMEM


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O primeiro homem, do diretor Damien Chazelle (La La Land, Whiplash: em busca da perfeição), foi a maior quebra de expectativa do ano. A ideia de mostrar a história da vida pessoal de Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua, foi interessante, mas o filme acabou por se mostrar denso, melancólico, piegas até. E longo... muito longo.

Não há dúvidas de que o jovem diretor já é um dos grandes de Hollywood, e o longa é uma superprodução de qualidade, com um elenco de primeira, com Ryan Gosling no papel do astronauta e Claire Foy como Janet Shearon, sua mulher, mas nenhum dos dois conseguiu fazer o filme se tornar empolgante, e não por culpa deles. É que a pegada do filme se mostrou melodramática demais, sem nem um momento que desviasse nossa atenção do sofrimento de Armstrong.

Entretanto, nunca é demais conhecer melhor a história de pessoas que entraram para a história, e isso Chazelle conseguiu fazer muito bem... pena que focou na parte triste. Nem mesmo quando Armstrong profere sua famosa frase, “um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade”, consegue nos fazer sorrir.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

NASCE UMA ESTRELA

Eu sento e espero. Um anjo contempla o meu destino? (Angels, Robbie Williams). Olhos que fazem baixar os meus, um riso que se perde em sua boca, aí está o retrato sem retoque do homem a quem eu pertenço. (La vie en rose, Edith Piaf).

Este parece ser o diálogo nas entrelinhas de uma das primeiras cenas de Nasce uma estrela, novo longa de Bradley Cooper, estrelado por ele mesmo em parceria com a incrível Lady Gaga. Ao ouvir Ally (Gaga) cantar pela primeira vez, Jack (Cooper), um veterano dos palcos musicais, pensa que está escutando um anjo. E durante a performance cuidadosamente trabalhada, Ally não podia imaginar que, ao baixar o olhar para a plateia, a visão de Jack, sorrindo encantado e emocionado, quase a faz perder o tempo da música.

Se você ainda não assistiu a mais essa versão de Nasce uma estrela, então prepare-se para uma trilha sonora de emocionar e uma história literalmente de cinema, quando um cantor famoso faz aparecer a mulher por trás da voz, e essa mulher o faz achar sentido na música outra vez. Anjos um na vida um do outro... como diz Robbie Williams.

E ah! Não se importe muito com o final. A música sempre sobrevive.