terça-feira, 5 de julho de 2016

COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ (ME BEFORE YOU)

Preparem as lágrimas, meninas, porque elas vão rolar!

Baseado no best-seller de Jojo Moyes, Como eu era antes de você é um romance cheio de significados. Mas o que mais cativa é o modo sutil como esses significados chegam até nós, a ponto de a gente nem perceber que eles chegaram.

Até onde vale a pena viver? Essa é a pergunta central que nos fazemos ao sair da sala de cinema. Será que um grande amor e o desejo superam todos os obstáculos? 

Louisa Clark é uma jovem inglesa que tem uma vida pacata e sem graça, até que, sem aviso, perde o emprego que representava o grosso do sustento da família - pai, mãe e irmã mãe solteira. Desesperada, ela aceita o primeiro emprego que sente de que é capaz: cuidar de um tetraplégico milionário.

Parece chato, não?, ainda mais quando este homem que perdeu todos os movimento num acidente (atropelamento) faz de tudo para tornar sua vida infeliz. Mas Louisa fica firme e aguenta, porque afinal ela precisava do dinheiro. 

O nome dele é Will Traynor. Era o garoto prodígio, profissional de sucesso, atleta praticante e lindíssimo. Will tinha o mundo aos seus pés, a vida dos sonhos de qualquer homem: dinheiro e todas as mulheres que queria. E aí vem uma manhã chuvosa, uma moto e... A condenação a uma cadeira de rodas e a dependência de outras pessoas.

Quando uma menina de roupas extravagantes aparece para cuidar dele, Will não vê nada de empolgante. Nada era empolgante. Ou será que era?

O jeito leve de ver a vida de Louisa acaba contagiando Will. E a inteligência, conhecimento e cultura de Will (e, claro, sua aparência nada desagradável), acabam conquistando a garota...

Como será uma relação entre uma garota de gosto extravagante do interior da Inglaterra e um homem viajado mas condenado a uma cadeira de rodas pelo resto da vida?

Aí você vai ter que assistir para saber. 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O REGRESSO ("THE REVENANT")

Tiros, fogo, facões. É um ataque à aldeia dos índios. Uma americano desbravador vê sua cabana arder nas chamas e sua mulher índia ser assassinada. Mas ele sobrevive para cuidar do filho mameluco.

Flechas. É um ataque ao grupo de homens brancos americanos que caçava animais em busca de peles, um item precioso para fugir do frio dos EUA do século XVIII. Novamente Glass vê a vida de seu filho ameaçada e agora o inimigo são os índios, cheio de raiva e rancor daqueles homens que invadiam, matavam e queimavam suas aldeias. Mais uma vez, ele consegue escapar e salvar Hawk, seu filho.

Um urro poderoso chama a atenção de Glass. No meio da floresta, surge um animal gigantesco, um urso pardo pesado e agressivo. Glass tenta atirar, mas não é rápido o suficiente. Uma luta ferrenha e sangrenta pela sobrevivência se segue, e mais uma vez, Glass sobrevive, mas sua vida está por um fio.

Frio. Um frio cortante e impiedoso desespera o grupo de americanos que agora tem que avançar mais devagar para carregar um Glass moribundo. Eles não têm muita noção do caminho até o forte, porque seu único guia (Glass) vagava no limite entre a vida e a morte.

Covardia. Um homem pede que deixem Glass para morrer. Suas chances de continuar vivendo são poucas, mas mesmo assim, o capitão o proíbe de fazer qualquer coisa contra o companheiro enquanto ele estivesse respirando. Além do mais, Glass conta com os olhos vigilantes de Hawk, seu filho.

Um punhal corta o ar. Hawk é atingido na barriga ao tentar salvar o pai de ser assassinado pelo companheiro covarde, mas acaba ele mesmo sendo morto.

Fraco e ferido, Glass agora se joga numa jornada perigosa para vingar a morte do filho. Depois de escapar de tantos revezes, batalhas e intempéries de um clima tão rigoroso, será que ele irá sobreviver a essa busca?

Só assistindo O Regresso para saber, mas parece que, dessa vez, a busca de Leonardo DiCaprio pela estatueta de ouro acabou. Bem, na minha opinião, se dessa vez Leo DiCaprio não receber o Oscar pelo papel de Glass, vai haver revolta! A justiça deve ser feita, porque ele está impecável. Isso para não falar de Tom Hardy, que fez bonito no papel coadjuvante, vivendo Fitzgerald, o americano covarde que não hesitou em deixar o companheiro para a morte. Que venha o Oscar para ele também! Muito bem, Hardy.

Uma produção incrível, um cenário deslumbrante, uma história impressionante. Que Alejandro Iñharritu merece mais um Oscar de melhor diretor, também não restam dúvidas. 

Vamos aguardar para ver. 

Enquanto isso, corre para assistir o filme que ainda dá tempo!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

STAR WARS

E eis que, 10 anos depois, Star Wars está de volta, fazendo todos os fãs da franquia enlouquecerem. Mas um detalhe os fizeram ficar apreensivos… a história agora não estava mais nas mãos de George Lucas, que vendeu seus direitos para a Disney. Então, o que esperar? Não há dúvidas sobre a competência da Disney, mas as vezes, ela perde a mão…

Não foi o caso. A Disney fez bonito e o resultado foi um filme lindo de se ver! O motivo? Bem, acredito que, em primeiro lugar, a presença de Harrison Ford e Carrie Fisher teve um impacto super positivo e arrastou todos os jovens da década de 70 de novo para o cinema, agora junto com a nova geração de fãs de 2015. Somada com o bom roteiro, uma excelente história que manteve todo o clima da franquia, os modernos recursos de efeitos especiais e, é claro, muito talento dos novos jovens atores, acabou em sucesso absoluto.

Mais do que recomendo "Star Wars: O Despertar da Força”. Nerds e não nerds, avante! Não percam!

Que a força esteja com vocês.